música

Neurogamia
Neurogamia

Neurogamia é a mais recente demonstração da resiliência dos FLIRT. Este trabalho composto por 7 temas, foi desenhado a dois tempos. No primeiro, os FLIRT gravaram o tema “Sorte Nula” nos estúdios “Japestudios” com a orientação de Zé Pedro e o apoio de Gonçalo Silva. Neste tema, o baixo é interpretado por António Costa que entretanto saiu da banda.

Os restantes temas foram gravados com a participação de Ricardo Dikk, que também interpretou o baixo.

O processo foi longo e difícil.

Mas Neurogamia aí está, porque os FLIRT não desistem assim tão facilmente de se fazer ouvir. 

Fruto Proibido
Fruto Proibido

Em Janeiro de 2010, no início do processo de pré-produção do segundo álbum, Ricardo Freitas sai da banda.
Contudo, o entusiasmo dos restantes membros não esmoreceu e mantiveram a gravação do álbum como uma das metas para 2010.
Convidaram Nani Teixeira, músico e produtor de reconhecidos créditos (entre eles uma colaboração recente com Luís Represas), para comandar as operações e começaram desde logo a tratar dos arranjos para os 10 temas que viriam a registar. Para o baixo convidaram Ricardo Pego – Dikk – conhecido e «altamente reconhecido» pelos FLIRT (trabalhou com Blister, Rita Guerra entre outros).
A gravação decorreu nos estúdios GSpot, propriedade do Gonçalo Pereira (ou Gonçalo Tricot) que foi responsável pela mistura e masterização do álbum. Colaborou ainda, com o seu inegável talento, no tema “Nascer de Novo (és capaz de me encontrar) ” onde é responsável por todas as guitarras acústicas.
O segundo álbum da banda, “Fruto Proibido”, surge de uma emergência criativa e de procura de afirmação dos seus elementos. Enquanto o trabalho anterior – “Arquétipos da Alma” – compilava um conjunto de temas que foram sendo criados ao longo de vários anos, neste último trabalho procuraram apenas dar sequência a um ímpeto criativo que se tornou irresistível.
Os 10 temas que compõem este último álbum representam aquilo que os FLIRT são actualmente: pessoas mais maduras e seguras do seu valor. Com “Fruto Proibido”, os FLIRT são mais afirmativos: assumem a sua raiz rock com um som mais elaborado mas mais extremo, ao mesmo tempo que declaram a sua imunidade ao exterior.
Falam de experiências positivas, de auto-determinação, de renascimento sucessivo e procuram soar com a intensidade de esta poder ser a sua última vez.
O álbum “Fruto Proibido” remete para a questão do desejo e da sedução, algo que está implícito no nome da banda e que por sua vez está presente na relação que mantêm com a música.
A realização deste 2º álbum podia até não ser previsível, mas é imperiosa. Trata-se de uma sequência inevitável, o retrato de uma nova etapa da vida da banda. Não é mais a concretização de um sonho, mas a exposição crua e honesta de quem são hoje, os FLIRT.
 

Arquétipos da alma
Arquétipos da alma

O primeiro álbum, “Arquétipos da Alma”, representa a forma como as experiências das vidas dos FLIRT, os acontecimentos que as marcam ou os flashes que lhes deram colorido, foram traduzidas em músicas que se ouvem e letras que se lêem.
As gravações começaram em Novembro de 2007 e o álbum foi lançado em Setembro de 2008.
Gravado nos estúdios “Armazém 42”, contou com a co-produção de Paulo Abelho (Sétima Legião; Cindy Kat) e de João Eleutério (Cindy Kat).
Assumiram este trabalho como o registo de experiências vividas, sobretudo pelos elementos fundadores do projecto, e alguns dos temas que o compõem resultaram do longo processo criativo em que estes estiveram envolvidos na fase pré-FLIRT.