Banda

Ricardo Oliveira
Voz
Ricardo Oliveira
Mario Pereira
Guitarra
Mario Pereira
António Costa
Baixo
António Costa
Gonçalo Aires
Bateria
Gonçalo Aires
Fernando Rente
Guitarra
Fernando Rente
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Idade real:

37

Percurso

Frequentou o ensino superior no curso de Informática e

Gestão. Autodidacta em relação à música, sentiu, a determinada altura, a necessidade de solidificar as suas bases. Após um encontro fortuito numa loja de música, teve aulas particulares de guitarra com Rui Fingers que toca, actualmente, com Paulo Gonzo.

Gestor de Projectos de Sistemas de Informação. Diz, em tom de brincadeira, que tem pena de não ter nascido rico. A música sempre teve um papel importante em sua casa. O irmão de Mário tocou baixo na sua adolescência e tinha uma guitarra acústica. «Aos 12 anos, achei que se a guitarra acústica do meu irmão tivesse cordas, eu fazia os solos dos Metallica e Iron Maiden! “Aquilo não custa nada!”», conta. Um pouco mais tarde, já aos 14 anos, teve de escolher entre uma prancha de surf e uma guitarra eléctrica. «Devia ter escolhido a prancha», brinca «...poupava um balúrdio em material». Desde aí, nunca mais parou.

 

Hobbies e passatempos

Em quase tudo na vida, Mário tem especial prazer pela fase de concepção de algo até à sua materialização. Um dos seus hobbies é a aquariofilia. «Ando bastante interessado em montar um aquário de água salgada mas ainda ando na fase de concepção...», explica.

Tem particular interesse por jogos de computador e PS3, mas o seu verdadeiro prazer é a guitarra, o material musical e compor. Não consegue parar de compor.

A permanente reestruturação do seu material musical (GAS – Gear Acquisition Syndrome) é um dos meus passatempos. «Adoro estar de volta do meu material musical, das minhas guitarras, pedais e amplificadores», acrescenta.

 

Referências

As raízes musicais de Mário estão no Heavy Metal. Cresceu a ouvir Metallica, Megadeth e Iron Maiden, bandas onde a guitarra tem um papel dominante. Mais tarde, já na fase das bandas de covers, os seus gostos musicais começaram a mudar para o lado do Rock, Hard Rock e Grunge.

«Nessa época, encontrei referências que ainda hoje mantenho: os Stone Temple Pilots – mas que grande banda! –, os CandleBox, os Skid Row, os Guns n’ Roses e os Extreme», conta. «O trabalho do Nuno Bettercourt em bandas como Population 1 e Drama Gods, ambos projectos a solo pós Extreme, é uma das minhas maiores inspirações, lado-a-lado com os Dream Theater.

«Representam a forma como eu vejo a música: sem fronteiras no estilo, versatilidade nas soluções dentro de uma música», acrescenta. Hoje não é uma pessoa de seguir uma banda ou um determinado estilo. No entanto, bandas como Snow Patrol e One Republic, deixam a sua marca.